Perguntas frequentes
Porque a Screenlab possui a lâmpada posicionada sobre o vidro ?

A lâmpada com emissão de raios UV, de cima para baixo, evita o aquecimento do vidro. Nas máquinas com lâmpada embaixo do vidro, mesmo que exista ventilação suficiente, os raios Infra-vermelhos emitidos pela lâmpada acabam por aquecer o vidro e por transferência de calor, a emulsão também é aquecida, o que dificulta o processo de relevação e posterior recuperação da matriz, além do que, interfere na qualidade da foto-sensibilização da emulsão.

Qual a distância ideal entre a fonte de luz e a matriz?

Recomenda-se que a distância ideal entre a lâmpada e o vidro, deve ser igual ao comprimento da diagonal da matriz.Na Screenlab esta medida é respeitada. Alguns fabricantes reduzem esta medida para reduzir custos, por isso, nas máquinas com lâmpada embaixo do vidro, se esta medida fosse respeitada no projeto, a superfície do vidro estaria pelo menos é 170cm do piso (para telas de 100x120cm) o que torna o produto muito alto para o operador.Ao utilizar distância menor do que a recomendada, ocorre maior exposição no centro da matriz, causando uma sensibilização desigual da emulsão, com excesso de exposição no centro e falta de exposição nas bordas da matriz, resultando em sobrecarga de tinta nas bordas e falta de tinta no centro durante a impressão.

Qual a vantagem da fotoexposição com apenas uma lâmpada?

Utilizando apenas uma lâmpada, se evita o cruzamento de raios de luz. As prensas montadas com várias lâmpadas fluorescentes, próximas ao vidro, produzem o efeito fantasma na impressão, devido ao cruzamento de raios de luz, tornando impossível a gravação de qualidade. Outra desvantagem é que as lâmpadas fluorescentes possuem pouca emissão de raios UV quando comparadas às lâmpadas metal-halógenas.

Lâmpadas de maior potência produzem melhores resultados ?

A Imah fornece fontes de luz em duas opções, de 2000W para pequenos formatos e 4000W para formatos maiores. A qualidade de sensibilização depende do tempo adequado de exposição e não da potência. O aumento da potência permite reduzir tempos de exposição, por isso, o uso de fonte de 2000 watts em formatos menores representa maior economia de energia, com grande redução do custo operacional, uma vez que a fonte fica acessa no modo "stand by" à 50% da potência máxima. A potência de 4000W é recomendada para matrizes de grande formato. Em grandes formatos se faz necessário o aumento de potência, pois a maior distância da fonte de luz até a matriz (diagonal) precisa ser compensada.

O uso de mais de uma lâmpada não melhora a sensibilização ?

Recomenda-se, sempre que possível, o uso de apenas uma lâmpada para melhor definição de traço nas matrizes, por isso a SCREENLAB é fornecida com apenas uma lâmpada, evitando a formação de sombras e fantasmas na imagem. Somente em formatos gigantes, onde o espaço físico é limitado, tolera-se o uso de mais de uma fonte de luz.

Qual a melhor posição para secagem da emulsão ?

O ideal é secar a tela com a malha na posição horizontal e para baixo. Para que a malha emulsionada não seja danificada pelas grades da estufa, as gavetas da SCREENLAB possuem inclinação adequada, justamente para que o quadro da matriz seja apoiado apenas pelas bordas. A secagem vertical não é recomendada, pois a emulsão tende à escorrer, causando alterações na espessura de camada da emulsão.

O tira-folhas deixa a máquina mais lenta?

Alguns projetos de extratores lançados nos anos 90, realmente deixavam a máquina mais lenta, e muitos impressores que não se atualizaram, pemanecem acreditando que o tira-folhas não é um bom investimento. O tira-folhas IMAH sofreu inúmeras melhorias para atingir índices de produtividade cada vez mais satisfatórios, e acompanha a produtividade da impressora.

Tira-folhas com ventosas à vácuo não são melhores ?

Muitos tipos de tira-folhas já foram inventados e testados. O de ventosas à vácuo exige uma margem livre sobre o impresso de no mínimo 20mm, nem sempre disponível, além do que as ventosas não possuem fixação confiável, não retiram o substrato com regularidade, o que gera continuas falhas e interrupções. O sistema de pinças ainda é o mais eficiente.

Could not the printer himself remove the substrate and feed the curator ?

Algumas empresas optam por esta disposição, no entanto a produtividade cai excessivamente, em média reduz-se a produtividade em 40%, tornando o processo muito lento. Esse sistema somente é aplicável na serigrafia mais técnica, onde o próprio operador faz o controle de qualidade total das peças produzidas (ex: circuitos impressos, displays automotivos etc..).

Posso usar a LINEA UV para verniz total ?

Pode, no entanto alertamos para o fato de que os custos de aplicação do verniz total na LINEA UV é superior ao custo de aplicação por outros processos como a calandra UV ROLLER. O consumo de verniz da LINEA UV é o mesmo das máquinas a cilindro (serigrafia automática), uma vez que utilizam o mesmo tipo de matriz. A principal variável que determina o volume de tinta consumida no processo serigráfico, é a malha da tela, quanto mais fechada a malha, e menor o diâmetro do fio, menor o consumo. Recomendamos utilizar uma tela com malha mais fechada (200 fios por polegada) para redução deste custo ao mínimo possível. O depósito de tinta por serigrafia é igual ou superior a 14g/m2 enquanto que na calandra, é pode ser regulado de 3g/m2 à 10g/m2.

Para aplicações de alta velocidade (offset e calandra) é obrigatório usar curadora de duas lâmpadas ?

For speeds up to 40 m / min (4000 sheets per hour format 50x70cm, application of conventional UV varnish) IMAH provides curators with only one lamp and guarantees the curing efficiency of the system. For higher cure speeds, instead of two lamps, we provide the equipment with a more powerful lamp, which offers greater curing efficiency at high speeds, with lower power consumption than the two lamp system. The curing efficiency comparison using one or two bulbs has been extensively tested and discussed at a symposium of the São Paulo PUC (ABTG), where it has been proven that the use of a single lamp of greater power offers greater curing efficiency in depth than the use of two lamps, because the first lamp cures the surface of the paint, making it difficult to cure the deeper layers by the second lamp, damaging precisely the layer closest to the substrate that promotes adhesion.

A curadora trifásica consome menos energia do que a bifásica ?

Se a potência da lâmpada é a mesma, o consumo de energia será exatamente o mesmo, pois o que determina o consumo é a POTÊNCIA da lâmpada e não os cabos que conduzem a energia consumida. O que melhora na máquina trifásica é a distribuição de tensão nas fases da rede, permitindo o uso de cabos e disjuntores de ligação menores, mas em termos de custo na conta de energia, não haverá variação, os custos são os mesmos.

O menor custo operacional é realmente uma vantagem econômica ?

O custo operacional é a variável mais importante a se analisar na compra de uma curadora. Por menor que seja a taxa de utilização do equipamento, nunca deixe de levar em conta o custo operacional. Nossas curadoras foram desenvolvidas com visão global, e e realmente solucionar os problemas de produção, e não apenas para "curar a tinta". O baixo consumo de energia permite a sustentação do seu negócio a longo prazo. O preço de aquisição de um bem, é apenas uma parte do valor, e considerar apenas o preço de aquisição é esquecer de valores extremamente relevantes, pois menores custos operacionais, podem viabilizar economia de energia (na sua conta de luz) suficiente para a compra de um novo equipamento em apenas 12 meses. Equipamentos com elevado custo operacional tendem à obsolescência rápida, e inviabilizam a competitividade da empresa, pois seu alto consumo exige que se cobre mais pelos serviços, reduzindo margens de lucro de forma direta e irreversível.

Qual a diferença entre descolamento automático (peel-off) e fora-contato ?

São formas distintas e complementares de evitar que a tela grude no substrato após a impressão. O fora-contato é uma altura fixa entre a tela e o substrato, utilizada tanto nas impressoras manuais quanto semi-automáticas, enquanto que descolamento automático é um mecanismo que levanta gradualmente a tela, imediamente após a passagem do rodo. Em máquinas semi-automáticas, o sistema PEEL-OFF permite maiores velocidades de impressão, pois o rodo termina o seu curso com a tela completamente descolada do impresso, permitindo a elevação mais rápida do cabeçote.

O que é descolamento automático variável ?

Na maioria das impressoras semi-automáticas, o sistema de descolamento automático levanta a tela gradualmente até uma altura fixa, em média de 15mm. Acontece que em quase metade das aplicações, essa altura é excessiva, causando deformação da malha, excesso de pressão do rodo e consequente redução da vida útil da tela. O sistema de descolamento automático variável IMAH, permite que o impressor determine a altura de levantamento, desde ZERO (não levantar) até 15mm, reduzindo a pressão aplicada sobre a malha e aumentando a vida útil da matriz.

O sistema UV representa risco à saúde do operador ?

Os raios UV representam risco se houver exposição direta dos olhos ou da pele ao feixe de raios UV, causando queimaduras, inflamação e até mesmo mutação genética. Na maioria dos equipamentos existem defletores de luz que impedem a dispersão dos raios UV, e se o projeto estiver de acordo com a norma NR-10, a máquina deve desligar automaticamente se o usuário acessar a lâmpada com a máquina ligada. Como a maioria dos equipamentos atende à estes requisitos, o risco é mínimo. Quanto às tintas, o cuidado deve ser maior, pois alguns componentes da tinta são alergênicos e cancerígenos, em maior ou menor grau, dependendo da formulação. Manusear a tinta e o solvente com luvas é suficiente para evitar o contato com a pele. O risco portanto existe, mas como na maioria das atividades da indústria, é importante seguir as recomendações de segurança dos manuais das tintas e das curadoras, conscientizando os operadores sobre os riscos da atividade.

As matrizes estão furando muito facilmente, o que eu devo fazer para aumentar a vida útil das matrizes ?

Verifique qual a tensão de esticagem, utilizar tensões mais baixas pode aumentar consideravelmente a vida útil da matriz. Para aplicações simples como verniz, recomendamos tensão de 12 a 15 N/cm2. Os pequenos furos podem ser causados por sujeira na tinta, marcas e ressaltos no tampo de impressão ou sob a tela. Verifique em suas instalações, as possíveis entradas de pó, areia, etc.. Na reciclagem da tela, utilizar produtos apropriados. Alguns impressores usam Hipoclorito (Água sanitária) que limpa otimamente, mas ataca e enfraquece o tecido que fica mais suscetível à ruptura. A pressão do rodo deve ser a mínima possível, sempre ajuste a manopla de pressão com a menor pressão possível. A espátula não pode raspar a tela, regular a altura da espátula com cuidado. Se a tela estiver rasgando próximo à moldura de alumínio, significa que o tinteiro está muito pequeno, ou a gravação está muito próxima da borda. Respeitar o tinteiro da máquina, verifique o manual de instruções

Qual o espaço ideal de tinteiro ?

O tinteiro ideal deve permitir a flexão da tela, na medida do fora-contato, com um mínimo de deformação da imagem. O tinteiro deve prever também o espaço entre o rodo e a espátula da máquina, além de um espaço adequado entre o final do rodo e a lateral do quadro de alumínio. Nos equipamentos semi-automáticos IMAH, prevemos um tinteiro de 250mm para máquinas com até 100x140cm de área útil de impressão. Formatos maiores possuem tinteiro que pode chegar até a 500mm. Um bom espaço de tinteiro, assegura maior precisão de registro, menor deformação da imagem impressa, e menor esforço sobre a cola da moldura, o que garante mais estabilidade dimensional da tela e vida útil mais longa. O tinteiro mínimo recomendado para máquinas semi-automáticas não deve ser inferior a 150mm medidos do interior da moldura até o início da imagem.

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